Peppo News

Viagens, cotidiano, notícias e opinião. Por Felipe Carneiro

13/2/09

Equilíbrio entre alimentação e exercícios. Simples e prático.

A vida saudável é o sonho de milhões de pessoas. Muitas vezes não sabemos quais são os meios para que isso se torne uma realidade tendo em vista que somos forçados a acrescentar “algumas horas” em nossos dias.

 Os exercícios físicos, comprovadamente, exercem uma boa base para que a saúde esteja em dia e para que a vida se estenda um pouco mais. A complementação disso se dá através da boa alimentação. Tendo os dois, o indivíduo tem grandes chances de viver mais e com mais saúde. Em tempos de malhação e culto ao corpo, é importante que saibamos o que ingerir para que a prática de esportes tenha bom resultado. É claro que as pessoas são diferentes, com metabolismos diversos, o que significa que a dieta de um nem sempre é igual à do outro, mas, em base, todos podem seguir a mesma.

Em entrevista em relação à nutrição como complementação da prática de exercícios físicos, o professor de Educação Física Caio Trezza, formado pela USP, coloca que “tudo o que você precisa para manter um bom condicionamento físico vem a partir da alimentação”. Contra o uso de suplementos alimentares, salvo em indicações médicas, Trezza afirma que “a alimentação diversificada e balanceada é fundamental para o bom funcionamento do metabolismo”. Ou seja, os nutrientes encontrados em certos alimentos não são os mesmos de outros, como em casos de verduras, e o importante é comer de tudo um pouco. Abaixo, os cinco grupos alimentícios indispensáveis a qualquer pessoa que deseja se manter em forma e indicações para ingestão.

Carboidratos

Ao contrário do que se pensa, massas, pães, arroz, batatas e sorvetes, são vitais para que o corpo tenha energia suficiente na hora dos esportes. O combustível do corpo é o de mais rápida queima em exercícios, por isso indica-se ingerí-los antes da prática. É importante também verificar o índice glicêmico dos alimentos e preferir os de menor valor.

Proteínas

As proteínas são responsáveis principalmente pela recuperação dos músculos. Em exercícios de hipertrofia, os músculos são acometidos de pequenas rupturas (o que faz com que eles cresçam) e precisam de cicatrização. As carnes em geral têm um alto valor protéico. Lembre-se de que é mais salutar comer carnes brancas, deixando as vermelhas para duas vezes na semana.

Lipídios

Poucas pessoas sabem que os lipídios são provenientes da gordura. Também importantes, consumidos em menor escala que os outros grupos, os temidos doces estão envolvidos no processo metabólico de queima de gordura. Sim, precisa-se de gordura para queimá-la, transformar a massa gorda em massa magra.

Minerais

Elementares para que tenha uma boa estrutura. Alimentos ricos em potássio e sódio estão ligados diretamente ao ato de contrair os músculos. Derivados de leite são ótimos para os ossos, quando em ingestão moderada. Um copo de leite ao dia e algumas fatias de queijo magro não farão mal a ninguém!

Vitaminas

A, B, C, D, E,… É de responsabilidade da extensa lista das vitaminas a fonte de captação de nutrientes para que o metabolismo saia perfeito. Uma curiosidade é que, em alguns casos, uma vitamina anula o valor de outra, mas, neste caso, vitaminas a mais não são de menos. Também auxiliam na prevenção de doenças como a gripe ou na manutenção de órgãos, como é o caso da cenoura.

Dicas

- O importante é manter refeições equilibradas a cada três horas.

- Quando se prolonga o jejum, o organismo entende que está passando fome, por isso, na próxima refeição ele guardará mais reservas do que precisa para a sobrevivência.

- Comer de tudo é vital para a captação de todos os nutrientes necessários.

- Os carboidratos não são os vilões da gordura. Na medida certa, estimulam a energia.

- Adaptar a quantidade de comida para o tipo de exercício físico. Quanto mais intenso, maior a quantidade.

- Procure entender quais são os valores de cada alimento em relação ao seu objetivo.

- Verduras, frutas e legumes são importantes para a recuperação do organismo após abusos.

criado por felipecarneiro.news    12:15 — Arquivado em: Sem categoria

11/2/09

A arte dos queijos

 

 

Antiga iguaria de sabores distintos, o queijo vai muito além do paladar cotidiano. Quando servido à mesa, com os elementos adequados, o ato de apreciar torna-se seu mais nobre companheiro.

 

 

De origem anterior às civilizações mais antigas, houve época em que o queijo colocava a sobremesa em segundo plano, sendo servido após as refeições. Em algumas culturas européias ainda se mantém essa tradição. Itália, França e Grã-Bretanha, por exemplo, ainda o saboreiam desta forma.

O fato é que ele é um alimento que transpõe as barreiras de um mero coadjuvante em sanduíches ou servido como petisco chegando ao lugar principal em certas ocasiões. Quando lhe é dado este posto é necessário que se faça justiça e lhe agrade com acompanhamentos que não irão extinguir seu paladar.

 

As classificações para os diversos tipos de queijo são extensas. Há quem prefira utilizar aquela de acordo com o tipo de leite, grau de maturação ou ainda sobre a intensidade de seu sabor. Embora não seja a maneira mais exata de classificação, a mais comum delas é feita pela textura de cada peça. Não é a mais exata porque um mesmo tipo de queijo é fabricado em diferentes lugares, com diferentes graus de umidade e armazenamentos também distintos, mas é a mais prática e de mais fácil compreensão.

 

Aqui listo alguns tipos de queijo encontrados em mercados brasileiros. Embora mais comuns, são peças importantes para que se forme uma mesa consistente no que se diz respeito a uma agradável noite de degustação.

Também aponto alguns auxiliares em seu teor e o que lhe é mais peculiar em relação a bebidas.

 

 

Camembert

De origem francesa, quando novo tende ao esfarelamento. Quanto mais envelhecido melhor. Em sua casca forma-se uma crosta, seu sabor se intensifica e sua textura caminha para o macio ou cremoso. Pode ser servido com pães diversos. Vinhos brancos Chardonnay ou até mesmo o champagne, acrescentam seu paladar.

 

Brie

O francês Brie é um dos mais cremosos. Quanto mais curado, mais sabor e maciez. Menos salgado do que queijos mais comuns, este, ainda assim, pode ter variações. Para acompanhá-lo, pães, principalmente o suíço. Os vinhos brancos secos são exímios auxiliares, como os da região do Vale do Loire.

 

Roquefort

De sabor intenso, com um tom picante, faz parte dos queijos azuis. Originário do sul da França, o roquefort possui veios de matriz azul, levemente úmido e de casca comestível. Plenamente de acordo com sua classificação, é esfarelento. Frutas secas e nozes são bem vindas, assim como saladas de verduras. Para beber, um bom vinho branco com alta concentração de açúcar.

 

Cottage

Quase uma pasta, o cottage tem origem na Inglaterra e difundido nos Estados Unidos. È um queijo que deve ser servido ainda jovem, retirando-se seu soro. Pouco gorduroso e de sabor extremamente leve. Pães diversos são seus melhores auxiliares assim como os vinhos brancos de maior acidez e aromatização. Um bom rose também lhe completa o paladar.

 

Edam

De corte macio e sabor suave tendendo ao adocicado. È coberto por uma capa de cera vermelha e seu consumo deve ser feito quando novo para evitar a mudança de densidade. Queijo de mesa, pode ser degustado com pães leves ou sozinho. Para acompanhá-lo, um vinho de sabor pronunciado, com os provenientes da uva Shiraz.

 

Gouda

O holandês gouda necessita de maturação para que o sabor frutado do início se intensifique. De forte aroma, possui consistência firme e um pouco granulosa. Sua casca é avermelhada e de superfície lisa. O melhor é servi-lo puro, mas pães suaves também podem acompanhá-lo. Um bom pedido para beber é um tinto seco de Cabernet Sauvignon. Se for chileno, melhor.

 

Emmenthal

Mais conhecido como queijo “suíço”, o emmenthal tem um forte sabor. Suas cavidades, quanto menores e mais redondas, melhoram o gosto picante deste queijo semiduro. É válido prová-lo só. Ao máximo, pães neutros. Tintos secos leves ou de médio corpo são indicados, como os de uva Gamay.

 

Gruyère

Suíço, forte, levemente granulado, o gruyère, quando maturado, tem pequenos buracos em seu interior. Em princípio seu sabor tende ao adocicado, com o tempo passa ao semi-salgado. É encorpado e pode ser levado à mesa em conjunto com nozes ou frutas secas. Para não agredi-lo, os vinhos tintos secos e menos provocantes são os mais adequados.

 

Gorgonzola

Proveniente da Itália, o gorgonzola tem sabor acentuado e salgado. Seus veios de mofo são azuis ou esverdeados. Quanto mais maturado, mais picante torna-se seu gosto. A consistência tende ao esfarelamento. O mais comum é que se sirva puro, com um toque de azeite, de preferência português. Um bom vinho tinto leve o serve bem, como um Cabernet Sauvignon ou um Merlot vinificado só (sem a utilização de outros tipos de uva).

 

Pecorino

De origem italiana é um queijo derivado de leite de ovelha. Existem alguns tipos e sabores, mas todos são granulosos e corpulentos. O paladar intensifica-se com o tempo de maturação. Servi-lo sozinho não o prejudica, ao contrário, mostra ainda mais a acidez de sua consistência. Acompanhado de um bom Malbec argentino, vinho de médio corpo, o coloca em evidência.

criado por felipecarneiro.news    15:03 — Arquivado em: Culinária

10/2/09

Guarda do Embaú

Considerado um dos dez destinos mais bonitos do país, a praia do litoral sul catarinense parece encantada. Prende os olhares atentos de turistas e excita os pensamentos no que se diz respeito a valores. Aqui se esquece o tempo, o relógio dá lugar à luz do dia e o ambiente favorável faz com que a volta pra casa seja apertada.

 

Por Felipe Carneiro

 

 

 

 

Seguindo de carro rumo ao sul de Santa Catarina, na BR-101, avistamos a placa que indicava a conversão à esquerda “Guarda do Embaú/Pinheira”, quarenta e oito quilômetros depois da entrada para a Ilha de Florianópolis. Um quilômetro em uma estrada de terra e outra conversão, desta vez à direita. Outro quilômetro de poeira, muito verde e céu degradê em tons de azul trazem as boas vindas do Vilarejo da Guarda do Embaú, local que um dia conduziu sua existência unicamente à base da pesca e da criação de algumas cabeças de gado. Hoje, anos depois de seu redescobrimento, a Guarda, como é mais conhecida, tem sua economia local baseada nas vendas de artesanato e vestuário durante o período do verão, fato que a deixa abastecida o resto do ano. A verdade é que a temporada afasta seus mais sublimes admiradores, mas, fora dela, a paz retoma seu lugar em um dos destinos litorâneos mais bonitos do Brasil.  

 

 

Até os anos 70 o local era virgem. Os primeiros grupos que se aventuravam ao litoral sul do município de Palhoça eram compostos por poucos surfistas, dispostos a atravessar as trilhas traçadas na mata por seus próprios moradores, um punhado de pescadores.

Quando chegamos ao ponto em que carros não são mais bem-vindos, as placas de estacionamento traduzem o principal meio de subsistência dos locais: o comércio de alta temporada. Estes estacionamentos não são asfaltados ou equipados com cancelas e tíquetes que esquecemos no fundo de uma bolsa. São quintais de modestas residências, alguns até dotados de duchas de água doce proveniente do Rio da Madre.

Até a praia, ou até o início de uma travessia que pode ser feita de barco ou a pé, pequenas lojas de artesanato e vestuário e poucos restaurantes, todos em apenas duas quadras, formam a paisagem do vilarejo. Paisagem urbana, porque da praia não se vê nada disso. Caixas eletrônicos só na Praia da Pinheira, voltando por aquela estrada de terra que nos trouxe até aqui. Mesmo assim deve-se verificar quais são os dias em que eles estão disponíveis para atendimento. Mas a preocupação com as compras de lembranças ou o pagamento de um dos deliciosos pratos à base de peixe e frutos do mar que o vilarejo oferece pode ser deixada de lado. A maioria dos estabelecimentos já se rendeu às facilidades do mundo moderno com a aceitação de cartões de crédito e débito.

 

A entrada para a praia é basicamente uma só, de onde saem os pequenos barcos e botes que auxiliam os turistas a atravessarem o Rio da Madre sem se molhar, para então chegarem às areias brancas e finas que cobrem a pequena faixa de terra entre o mar e o rio. Em épocas de menor quantidade de chuva é possível fazer o percurso a pé, com a água na altura da cintura. Quando o índice pluviométrico aumenta, apenas os mais altos e os bons nadadores se arriscam na empreitada.

 

     Centrinho. Lojas modestas com muito charme.                      

 

 

O Rio e o Mar

 

A escolha do mergulho se faz em meio a uma grande dúvida. Em dias de calor intenso, as águas geladas da Praia da Guarda do Embaú são convidativas. O vento que move as pequeninas dunas não é suficiente para saciar os trinta e tantos graus acima da cabeça e, ao olhar para o mar, fica difícil de resistir. Quanto mais próximo à areia sua cor passa de azul turquesa a verde-claro. Com máscara e snorkel, pequenos cardumes, que já eram notados de fora da água, se apresentam ainda em maior número e mais coloridos. Alguns deles vêm de outro local de igual importância. O Rio da Madre, de águas mais escuras e igualmente limpas, satisfaz aos que preferem o doce ao invés do salgado. A temperatura é mais elevada e está fora do perímetro agitado das ondas.

Uma terceira opção se mostra presente ao lado esquerdo do cenário, local onde os dois se encontram, e como se não bastasse, aos pés de uma prainha muito menos povoada que o restante do todo. É ali que os nobres trabalhadores das redes em mãos, de março a julho, têm sua maior fonte de renda.

A hesitação diante das opções de refresco é tenaz e quem dera que estivesse presente na maioria dos dias do ano…

 

 

Parque Estadual da Serra do Tabuleiro – para bom entendedor, meia palavra basta

 

A floresta tropical, formada em sua essência por araucárias centenárias e milhares de árvores de folhas largas, típico de Mata Atlântica, é a definição do limite entre os azuis de céu e mar. O decreto estadual de 1 de novembro de 1975 tornou a Guarda parte da extensa área de reserva natural de pouco mais de 87.000 hectares que formam o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Pode-se explicar então o porquê dos poucos mais de 500 moradores, da pequena rua que forma o centrinho e o motivo pelo qual o lugar ainda não foi invadido por algumas centenas de forasteiros que procurariam aliar a paz a um meio lucrativo de viver, geralmente construindo hotéis de luxo, casas noturnas e quiosques gigantescos. Não, aquela pequena faixa de areia certamente não suportaria tudo isso e o destino não seria mais o mesmo. As ruas estreitas já indicam o estilo de vida que move quem passa por lá. Nos postes, placas anunciam o prejuízo dos que ousarem desobedecer às regras e abusarem da falta do bom senso a qualquer hora do dia ou da noite. Por falar em noite, ela se acaba por volta das duas da manhã quando a temporada está fervendo. Não se tratam de badaladas danceterias. Poucos bares e restaurantes que oferecem música ao vivo fecham suas portas para dar lugar ao incansável ir e vir das ondas, aos poucos passos que se ouvem nas ruas de areia e paralelepípedos e a alguns sapos brejeiros.

 

                                 

 

 

 

Piratas ou Jesuítas? - Embaú da Pedra do Urubu

 

A tradição oral ou escrita de atos praticados por alguém ou por alguma coisa, mais conhecida como lenda, é a primeira a dar origem ao nome Guarda do Embaú. Contos populares insistem em dizer que piratas aportavam suas naus perto da praia e vinham à terra para enterrar enormes baús de madeira que continham seus tesouros roubados em batalhas sangrentas. As histórias sobre piratas não mudam…

A segunda narrativa, mais fundamentada, é a de que padres jesuítas também enterravam seus tesouros em baús, na época da Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha. O fato é que lendas deixam o local que as abriga ainda mais interessante.

 

                                       

 

O alto da Pedra do Urubu torna-se um mirante natural. Ponto que todos que se aventuram pelos vinte e cinco minutos, a passos largos, que separam o início da trilha de seu final, gastam ao menos hora inteira apreciando o que já era esperado: o belo. A paisagem, os dois lados da Guarda. O lado A, formado por pessoas e natureza e o lado B, apenas por natureza, sem ninguém. Muitas pedras são os obstáculos dispostos ao longo do caminho para o silêncio.

Descendo o morro em direção ao que aqui foi denominado de lado B, sem o menor emprego pejorativo e sim por se tratar do que vem depois, a sensação de desprendimento material fica mais aparente em qualquer face. O ponto de partida para os sonhos que teimam em dominar os pensamentos de quem vive em cidade grande. Lembremos das restrições de uma área preservada e que assim permaneça por longos anos.

As pedras que entornam a costa são as responsáveis pela formação de pequenas piscinas naturais onde os que não desejam mais caminhar podem se sentar e relaxar. A entrada de água nestas piscinas é matematicamente calculada pelas ondas que quebram nas pedras, ao ponto de o nível de água permanecer sempre o mesmo e com a temperatura ideal para se refrescar da caminhada. O excelso valor da natureza…

Mais à frente, uma modesta praia se abre aos olhos de quem foi até o final. O merecido descanso, sentado na areia, é observado apenas por poucas vacas e alguns surfistas que descem as ondas que, a essa altura, nem são tão frias assim.

Há quem passe uma semana na Guarda do Embaú apenas fazendo esse trajeto, longe de opiniões contrárias, afastado de qualquer forma de comércio, em sintonia com o ambiente de bom astral do “lado B”.

 

 

 

           

 

                                                                                       

 

O dia se passa e a ida do sol faz às vezes da despedida da Pedra. O final de tarde no mirante é calado, parado. Falante é o vento que sopra incessante e o que corre é o pensamento, livre de influências externas à visão. A trilha sorri para àqueles que ainda não retornaram à praia. Por sorte há dois caminhos de volta. Um que leva à entrada do centrinho e outro que desemboca a 15 metros do Rio da Madre, onde o refresco é indispensável.

 

                  

 

 

 

Como chegar:

De carro, pela rodovia BR-101, entrada no km 238. Mais 2 km em estrada de paralelepípedo e terra.

 

Onde comer: todos no centrinho da Guarda

 

Los Frick – cozinha mexicana

Casa da Ostra – frutos do mar

Quattro Formaggi – pizzaria

Bila – comida caseira

 

 

Onde ficar:

Pousada Zulu Land: Rua Cumbata s/nº Guarda do Embaú (48) 283-2093

Pousada Canto da Guarda: Rua da Antena Guarda do Embaú (48) 283-2375

Pousada Capricórnio: Estrada Geral da Guarda do Embaú. Guarda do Embaú (48) 283-2410

Pousada Casas do Osni: Rua Hercilio dos Santos, 380 Guarda do Embaú (48) 283-2384

 

 

O que é bom levar:

 

Protetor solar

Máscara, snorkel e pés-de-pato

Prancha de surfe

Calçados para caminhada

Câmera fotográfica

criado por felipecarneiro.news    11:03 — Arquivado em: Viagens — Tags:, , , , , , ,
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